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Pensamento do dia

Eis a lenta e profunda revolução em curso: a era da “anormalidade universal”. Há motivos, pois, para esperar que seja um tempo de empatia, flexibilidade e tolerância.

Não há normalidade ao lado ou ao longo. Somos rodeados por traços de imperfeições e loucuras. Somos imperfeitos e temos uma parcela de loucura. Ser normal cansa, é chato, é fantasioso. Somos brilhantes.

 

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